segunda-feira, 7 de junho de 2010

O trabalho dos "homens de negro" na Copa do Mundo



Nosso uniforme, fundamentalmente negro, tem chamado a atenção de toda a imprensa esportiva, aqui na África do Sul. Preparados para o frio intenso na parte noturna do trabalho e para o sol agradável durante o dia, vamos chamando a atenção por onde passamos.
A BAND está com 130 funcionários na cobertura da Copa do Mundo e uma estrutura que há muito não se via. E o melhor: sem privilégios - antes concedidos pela CBF à uma irmã-concorrente - estamos conseguindo, com irreverência e profissionalismo, misturar descontração e informação em nosso trabalho. Quem puder, acompanhe a gente.
Em uma das fotos estou no Rand Park Golf Club, local onde está concentrada a seleção Brasileira. Na outra, ao lado do companheiro Luiz Ceará, acompanhando um treino do Brasil na Rand Burg High School, escola sulafricana que possui uma estrutura adequada para os treinamentos da seleção de Dunga. E como os estudantes estão em período de férias, aqui é só Brasil.

Descontração antes de pegar a Tanzânia.



Para os jornalistas, em geral, cara fechada. Entre eles, normalmente, descontração total. É esse o clima para quem vive o dia a dia da seleção brasileira, na África do Sul. Aqui, você acompanha momentos do último treino antes do jogo contra a Tanzânia, a partida oficial que dará fim ao treinamento visando a estréia na Copa do Mundo, terça-feira que vem.
Julio Cesar, poupado, foi o único que não participou das atividades, treino separadamente.

sábado, 5 de junho de 2010

O sábado na África do Sul. Treino fechado e derrota



No campo do Rand Burg High School, o técnico Dunga fechou boa parte das atividades. Fez um treino coletivo sem o goleiro Julio Cesar. Em lances "pegados" e sem muita criatividade, muito trabalho de destruição e pouco de criação. Exatamente como a cara do Brasil 2010.
A vitória dos reservas, com gol de Grafite, mostrou pouco do muito que a gente teve que esconder dos telespectadores. E a Copa do Mundo vai começar. Tomara que quando dor "para valer" a coisa seja diferente.

África do Sul. O paladar incrível dessa terra ímpar.


Existem detalhes periféricos que chamam a atenção em um evento esportivo do porte de uma Copa do Mundo. O paladar pode estar entre um dos principais, sem dúvida nenhuma. Estou tendo a oportunidade de conhecer pratos atraentes da culinária sulafricana. Acima, aproveito para destacar um dos meus prediletos que é o Calamar (Lula). Cada restaurante prepara essa delícia de sua maneira, mas geralmente com um tempero agradável a levemente apimentado. Um prato como esse, da foto, custa cerca de 150rands, algo em torno de R$ 40 reais, com os 10% de taxa de serviço. O detalhe é que ele é servido, também, em restaurantes tipo fast-food, mais barato mas igualmente saboroso. É um gol de placa desse país à espera do pontapé inicial.

Missão Copa do Mundo. Detalhes da África do Sul.


A partir de agora, vamos passar detalhes do nosso tempo aqui na África do Sul, para a cobertura da Copa do Mundo. Na foto, detalhes da minha primeira parada em Joanesburgo, momentos depois do credenciamento para a Copa 2010. Ao fundo, o Estádio Soccer City, de beleza ímpar. Abaixo, uma poeira incrível. Uma pena, cartão de visita dos sulafricanos ao povo, do mundo inteira, que chega para o maior evento esportivo do planeta. Vamos em frente.

terça-feira, 25 de maio de 2010

WASHINGTON AINDA NÃO ESTÁ SEM CONTRATO, MAS ESTÁ SEM CAMISA.


A diretoria do São Paulo já está tratando de acabar com o estoque de camisas que levam o nome e o número de Washington às costas, isso, antes de sacramentar a saída do atacante.
É comum entre os dirigentes presentear adversários, pessoas renomadas, com camisas do clube em ocasiões especiais, em jogos fora de casa. No último final de semana,
intermediei a `doação`de uma dessas camisas para um jornalista que vive em Porto Alegre e tem um programa regional de TV. O alvo seria uma camisa de Fernandão, por questões óbvias, toda a trajetória de sucesso que ele desenvolveu por lá. No entanto, chegou às mãos dele, uma camisa do ex-titular. Não é difícil chegar à conclusão de que, para Washington, o fim chegou.